sábado, 11 de setembro de 2010
Em 2006, a iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtiani, 43 anos, dois filhos, recebeu 99 chibatadas por manter "relações ilícitas" com dois homens após a morte do marido. No mesmo ano, a pena foi revista, e Sakineh foi sentenciada à morte por lapidação. Desde que o caso ganhou a imprensa, o regime dos aiatolás despista: diz que ela também foi acusada por homicídio; que o apedrejamento foi suspenso; que seu futuro não foi decidido etc. De um palanque em Curitiba, plena campanha eleitoral, o presidente Lula tentou mediar também este conflito e ofereceu asilo como forma de amenizar o que chamou de "incômodo" ao Irã. O Irã rejeitou.
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